sábado, 10 de dezembro de 2011

Morreu, aos 87 anos, Dona Teté do cacuriá


Morreu na madrugada desde sábado (10), aos 87 anos Dona Teté do cacuriá. Almeirice da Silva Santos, a popular Dona Teté estava internada há um mês na UTI do hospital Carlos Macieira. Ela foi vítima de um AVC. O velório de Dona Teté está sendo realizado na casa em que ela morava, na rua doa Guaranis, casa 34, Barés, no bairro João Paulo. O enterro será às 16h no cemitério da Pax União, em Paço do Lumiar. Dona Teté deixa uma filha, quatro netos, 12 bisnetos e dois tataranetos. Dona Teté comandava um dos grupos de cacuriá mais famosos do Estado: o Cacuriá de Dona Teté.

Dona Teté

Almeirice da Silva Santos nasceu em pleno São João, no dia 27 de junho de 1924, no Sítio da Conceição, bairro do Batatã, em São Luís do Maranhão. Veio ao mundo pelas mãos de uma parteira, em casa mesmo, como todos em sua família de oito irmãos. O apelido de Teté foi dado no dia do seu batizado, a pedido do padre, que achava o nome Almeirice muito grande para uma menina tão pequenina.

Criada com a avó paterna e a madrinha - pois perdeu a mãe aos quatro anos de idade e o pai aos 14 - Dona Teté passou a infância na rua do Cisco, hoje Riachuelo, no bairro do João Paulo. Aos 12 anos começou a trabalhar como empregada doméstica e lavadeira, ofícios que só largou aos 58 para cantar cacuriá. Estudava em casa, fazendo cartilha, e frequentou a escola apenas até a 1ª série do ensino fundamental. Não pôde continuar os estudos por não ter como pagá-los e, também, pela necessidade de trabalhar. Mas todas essas dificuldades não foram obstáculo para que sua estrela viesse brilhar anos mais tarde.

Dona Teté definia-se como autodidata. Aprendeu a tocar caixa aos oito anos de idade, “espiando” uma senhora chamada Maximiana, que morava perto de sua casa. Como ninguém da sua família gostava de participar de manifestações populares, ela teve que improvisar uma passagem na cerca do quintal de sua casa para poder ter acesso à casa de dona Maximiana.

Assim que aprendeu a tocar caixa, a pequena Teté passou a ser frequentadora assídua de ladainhas e alvoradas. Sua inserção no mundo da cultura popular se deu por volta dos seus 50 anos, quando começou a participar das festividades do Divino Espírito Santo, promovidas pelo folclorista Alauriano Campos de Almeida, o ‘seu’ Lauro - criador do cacuriá - na Vila Ivar Saldanha, em São Luís. Integrou também o tambor de crioula e uma turma de samba, ambos organizados por seu Lauro, mas sua grande paixão era a dança do cacuriá.

Sempre polêmica com seu jeito de dançar – no cacuriá de seu Lauro era a única que rebolava de jeito sensual – era a grande sensação das apresentações do grupo nos arraiais de São Luís e destacou-se em tudo o que fez. Em 1980 recebeu um convite dos integrantes do Laboratório de Expressões Artísticas (Laborarte) para ensinar o toque de caixa do Divino para uma peça teatral chamada Passos e nunca mais saiu de lá. Em 1986, com a ajuda do grupo, criou o Cacuriá de Dona Teté, que hoje é conhecido dentro e fora do país. Já fez apresentações em vários estados brasileiros e até no exterior.

Em fevereiro de 2004, foi homenageada pelo grupo carioca AfroReggae com o prêmio Orilaxé, na categoria cultura popular, concorrendo com mais de 30 artistas de todo o país.

Versatilidade

Dona Teté era uma pessoa bastante versátil. Além de cantar e tocar cacuriá, era coreira do Tambor de Crioula do Mestre Felipe e rezadeira de ladainhas. Desde que largou a vida de empregada doméstica, só o que fez foi se dedicar à cultura popular. Sua maior alegria era ensinar as pessoas - sejam crianças, jovens, adultos ou idosos - a dançar, a cantar e a tocar o cacuriá. “Quando eu morrer, quero ser lembrada como aquela que ensinou ao povo a dança do cacuriá”, afirmou Dona Teté ao jornal O Estado em uma matéria especial publicada em 2004 em comemoração aos seus 80 anos.

Dona Teté foi a grande responsável pela divulgação da dança do cacuriá no Maranhão, que, apesar de ter sido criado em 1973 por seu Lauro, só ganhou notoriedade em 1986, quando ela resolveu criar seu próprio grupo, com a ajuda de artistas do Laborarte.

Durante as apresentações, regadas a muita catuaba - sua bebida preferida - Dona Teté encantava o povo com sua voz firme, seus versos de duplo sentido e sua irreverência, pois a mesma não se acanhava em soltar alguns palavrões quando alguma coisa não lhe agrada. Alguns de seus jargões como “precisa”, caíram na boca do povo, assim como suas cantigas. Algumas delas, como Choro de Lera, Mariquinha e Jacaré Poiô causam euforia no público durante as apresentações nos arraiais.

*Fonte: www.imirante.com

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Washington responde a Dutra e diz que deputado tentou inviabilizar Jackson.


O deputado federal Domingos Dutra (PT) defendeu na quinta-feira (1º) a saída da outra ala do Partido dos Trabalhadores do Maranhão do governo Roseana Sarney, por ser, segundo ele, “um governo impopular” e que “não fala com a sociedade e “dialoga com os movimentos sociais”. O parlamentar solicitou, no Plenário da Câmara, ao Diretório Nacional que intermedie com a banda do PT que está no governo Roseana para que o partido deixe o governo estadual. Dutra avalia que o atual governo “massacra os trabalhadores rurais, desrespeita os negros e quilombolas e persegue os índios”.

O Vice-governador do Maranhão, Washington Luiz Oliveira, responde aos questionamentos de Dutra. Washington, diz não ver motivos para o PT deixar o atual governo e, em determinado trecho, faz uma provocação ao deputado federal.

“Não fui eleito vice-governador para conspirar contra a governadora Roseana Sarney ou contra o governo o qual o PT integra. Não é do meu perfil político montar estruturas paralelas de poder para constranger a chefe do poder executivo, como fez, por exemplo, o então vice-prefeito de São Luis, Domingos Dutra, que em menos de dois anos de aliança com o PDT, do saudoso Jackson Lago, iniciou uma jornada desesperada para inviabilizar politicamente o ex-prefeito da capital”, dispara Washington.

Confira a seguir a íntegra da carta do vice-governador.

O PT que olha para frente

1. Desde que o PT do Maranhão decidiu pela aliança com o PMDB, numa estratégia que contou o apoio da Direção Nacional do partido, do ex-presidente Lula e da atual presidenta Dilma Rousseff, temos vivido uma lamentável crise interna que é pública e notória.

2. Fui eleito vice-governador, junto com a governadora Roseana Sarney, com o objetivo de colocar toda a minha experiência e prática de militante de esquerda à disposição de um governo eleito pelo voto popular.

3. Nunca tive e não tenho a intenção de trabalhar isoladamente, pelo contrário, tenho a consciência de que necessito do meu partido, o PT, assim como o apoio dos movimentos sociais para ajudar na superação das mazelas socioeconômicas do nosso estado que, diga-se de passagem, são mazelas historicamente enfrentadas por todos os estados do Nordeste.

4. Não fui eleito vice-governador para conspirar contra a governadora Roseana Sarney ou contra o governo o qual o PT integra. Não é do meu perfil político montar estruturas paralelas de poder para constranger a chefe do poder executivo, como fez, por exemplo, o então vice-prefeito de São Luis, Domingos Dutra, que em menos de dois anos de aliança com o PDT, do saudoso Jackson Lago, iniciou uma jornada desesperada para inviabilizar politicamente o ex-prefeito da capital.

5. Por falta de conhecimento ou má fé, o deputado afirma que o Governo do Maranhão não dialoga com os movimentos sociais, com a Igreja etc. Isso não é verdade!

6. A governadora Roseana Sarney tem confiado a mim as principais agendas sociais do seu governo. Estamos trabalhando na implantação, por exemplo, do programa Maranhão Sem Miséria, do Água para Todos, das ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio), sem falar nas constantes reuniões de trabalho com os quilombolas, indígenas, sindicalistas, sem-terras, Comissão de Erradicação ao Trabalho Escravo (Coetrae), entre muitos outros setores organizados da sociedade.

7. São várias entidades dos movimentos sociais e lideranças populares que procuram o governo através do Vice-Governadoria. Todos confiam na nossa relação histórica com os movimentos sociais e sabem que não medimos esforços para manter um relacionamento respeitoso com todas as organizações da sociedade civil que desejam interlocução com o governo Roseana Sarney. Foi assim durante a greve dos professores e mais recentemente na greve dos policiais e bombeiros militares.

8. Não vemos quaisquer motivos para o PT deixar o atual governo, até porque a governadora e seu grupo político têm sido aliados leais à presidenta Dilma, que tem avançado ainda mais nas políticas sociais do país iniciadas pelo presidente Lula.

9. Os discursos incendiários do deputado Domingos Dutra não contribuem em nada para fazer as mudanças que o Maranhão precisa. Faz parte da história e do comportamento do parlamentar apostar no “quanto pior melhor”. Esse é o seu princípio político.

10. Ao contrário do pessimismo do deputado Domingos Dutra, estou trabalhando intensamente, enquanto vice-governador e dirigente do PT, para repactuar o partido no nosso estado.

11. Tenho conversado com companheiros de todas as correntes políticas do PT. São petistas que não desejam mais viver no passado, que não querem ver o PT destruído pelo canibalismo interno, coisa que só interessa aos propósitos políticos e eleitorais do deputado Dutra.

12. Vamos seguir firme no nosso ideal de ajudar a transformar o Maranhão. Estamos num governo de coalizão e temos a consciência das contradições que existem nesse processo. Apostamos numa aliança que é chancelada, repito, pela Direção Nacional do PT, pelo ex-presidente Lula e pela presidenta Dilma, e continuaremos nela até onde percebermos que é possível continuar.

13. Finalmente, conclamo todos os petistas para unirmos força na necessária e urgente repactuação do PT no Maranhão. Repactuar o partido não é somente um desejo do vice-governador, mas de todos os companheiros que não agüentam mais ficar presos aos discursos raivosos, de ódio e de ressentimentos. É hora de olhar para frente.


02, de dezembro de 2011

Washington Luiz Oliveira
Vice-governador do Maranhão


*Confira a polêmica nos principais blog's do Maranhão, neste caso aqui editamos publicação do blog do John Cutrim - (http://www.jornalpequeno.com.br/blog/johncutrim). Com foto do Blog do Décio Sá.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

PROFESSOR DIMAS SALUSTIANO: o mais novo filho de Imperatriz


Advogado, professor mestre, blogueiro e agora oficialmente cidadão de Imperatriz. Dimas Salustiano da Silva recebeu, nesta sexta-feira (25), o Título de Cidadão Imperatrizense. Nascido em São Luís, o professor Dimas tem uma trajetória de atuação bastante dinâmica aqui na terra da segunda maior cidade do Maranhão, onde foi um dos fundadores e depois diretor geral da Unisulma e, atualmente, preside a UNIMAS – União pelo Maranhão do Sul de Cultura e Cidadania. Na sua vida profissional, atua como advogado-sócio da Directus Advocacia e Consultoria, professor do Curso de Direito da Ufma e vice-presidente de expansão e novos negócios da Unisulma. O professor Dimas tem cantado em crônicas as coisas da Princesa do Tocantins, que saem publicadas nos jornais e na internet. Dimas conta em entrevista um pouco da emoção de receber esse título e um pouco de sua trajetória.

Dimas, ficou surpreso com o título de Cidadão Imperatrizense? 

Preliminarmente, devo palavras de agradecimento à vereadora Fátima Avelino, pela iniciativa, bem como, aos demais vereadores que por unanimidade aprovaram a proposição. Recebo o título de cidadão de Imperatriz com alegria e satisfação. Sinto-me honrado com a distinção pelo meu trabalho na área de educação à frente da UNISULMA da qual sou dirigente e sócio mantenedor. Creio também, que a minha luta por justiça e na defesa dos direitos humanos, quer seja como advogado ou como professor recebe o reconhecimento do povo de Imperatriz e da Região Tocantina. 
 
Como foi a sua chegada a Imperatriz?

Finquei os pés por aqui, para como acadêmico de Direito, assistir ao julgamento dos assassinos do Padre Josimo. Depois, colaborei como integrante do Escritório Jurídico Popular “Desacato” para uma campanha vitoriosa pela direção do Sindicato de Trabalhadores Rurais. Como um jovem professor de Direito Constitucional da UFMA estive dando palestras e ajudando a difundir as idéias do Professor Roberto Lyra Filho que na época chamamos de Movimento por um Direito Alternativo. Somente, há pouco mais de dez anos estou aqui como empreendedor na área educacional, e, portanto, com residência na cidade.

Sabemos que você tem várias ações em Imperatriz, pode destacar algumas das quais você mais tem orgulho?

Das atividades que a UNISULMA realiza com a comunidade, que se contabiliza às centenas, destaco o apoio ao CENAPA e o seu time de cadeirantes no basquete. Além disso, o Núcleo de Prática Jurídica da UNISULMA faz um trabalho gratuito e de acesso à Justiça que me enche de orgulho. É difícil falar do que se faz. Mas, gosto bastante do projeto que desenvolvo na área jurídica que se denomina “O Direito e a Sétima Arte”, onde películas servem de pano de fundo para bons debates jurídicos.

Como é seu pensamento político?

Sou filiado ao Partido dos Trabalhadores. Acredito em Partidos Nacionais. Mas, cada lugar é um lugar e tem suas especificidades. Pensar globalmente e agir localmente no momento guia minhas preocupações políticas. Por isso, agradeço a vinda para prestigiar esse ato do meu amigo, companheiro e liderança política Washington Luiz Vice-Governador do Maranhão.

Você tem escrito umas crônicas sobre Imperatriz. É sua intenção publicar um livro no futuro?

Tenho. Costumo tentar entender os lugares por onde ando. E Imperatriz é um grande laboratório para os interessados por Sociologia, Antropologia e Política. É possível que em 2012 seja dado ao público uma brochura com o seguinte título: “Um Itinerário Lúdico-Cultural de Imperatriz do Maranhão”.

Qual sua definição de Imperatriz?

Um lugar no qual criaram um município, mas esqueceram de inventar uma cidade. Que reivindica diuturnamente por cidadania. Onde quase tudo é precário. Um espaço geográfico cuja identidade é a diferença. Onde o traço mais emblemático é o trabalho da sua gente. E para quem trabalha a alegria e a festa está presente em cada esquina.

Que mensagem você deixa a população de Imperatriz?

Estamos testemunhando profundas mudanças no Brasil. Existe um país diferente que vem sendo desbravado e construído com muito suor no interior, nos rincões, naqueles lugares que os fortes não temem. Aqui, nesse “Bico do Papagaio”, existe um quadrilátero de desenvolvimento econômico pujante. Estou a me referir, a Imperatriz e Açailândia no Maranhão, Araguaína no Tocantins e Marabá no Pará que crescem mais que o dobro da média nacional. Com isso, uma larga faixa da população passará a fazer parte da classe média sedenta por consumo e melhores serviços. E certamente vão exigir mais dos seus governantes não apenas políticas públicas mais condizentes, mas também administrações honestas, probas, competentes e eficientes.

Assessoria de Imprensa

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O professor Dimas Salustiano recebe hoje o Título de Cidadão Imperatrizense concedido pela Câmara Municipal de Imperatriz

O Titulo de Cidadão de Imperatriz foi conferido ao professor Dimas Salustiano por iniciativa da vereadora Fátima Avelino. A solenidade de entrega acontecerá hoje (25) as 16 horas no plenário Léo Franklin, do Palácio Dorgival Pinheiro de Sousa (Câmara Municipal de Vereadores de Imperatriz).

O professor Dimas Salustiano recebeu com muito orgulho e alegria a indicação ao Título de Cidadão Imperatrizense. “Sabendo que nós não temos a possibilidade de escolher de onde nascer, mas optamos gerados pelas circunstâncias e pelo desejo, de onde viver, Imperatriz acolhe de maneira espontânea e democrática tanto àqueles que aqui nasceram, quanto àqueles que escolheram viver nas barrancas do Rio Tocantins”, disse o professor.

Na ocasião o vice-governador do Estado, Washington Luís (PT), em visita que fará à Região Tocantina nos dias 25 e 26 de novembro, vai prestigiar a entrega do título e reforçará os laços políticos e de amizade com o professor.

Dimas Salustiano, nascido em São Luís, com uma trajetória dinâmica em Imperatriz, é um dos fundadores e depois foi diretor geral da Unisulma e, atualmente, preside a UNIMAS – União pelo Maranhão do Sul de Cultura e Cidadania. Na vida profissional, atua como advogado sócio da Directus Advocacia e Consultoria, professor do Curso de Direito da Ufma e vice-presidente de expansão e novos negócios da Unisulma.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Vice-governador prestigia entrega do Título de Cidadão Imperatriz concedido pela Câmara Municipal de Imperatriz

Washington Luís aproveita a ocasião para reforçar os laços políticos e de amizade com o professor Dimas Salustiano, um dos homenageados.

O vice-governador do Estado, Washington Luís (PT), em visita que fará à Região Tocantina nos dias 25 e 26 de novembro, vai prestigiar a entrega do título de Cidadão Imperatrizense, honraria concedida pela Câmara de Vereadores de Imperatriz.

Washington Luís aproveita a ocasião para reforçar os laços políticos e de amizade com o professor, advogado e militante do Partido dos Trabalhadores, Dimas Salustiano, um dos agraciados com a homenagem. A vinda do vice-governador, entre os compromissos assumidos na agenda de governo, também estreita os laços com as personalidades que colaboraram com o setor educacional em Imperatriz.

O professor Dimas Salustiano recebeu com muito orgulho e alegria a indicação ao Título de Cidadão Imperatrizense. “Sabendo que nós não temos a possibilidade de escolher de onde nascer, mas optamos gerados pelas circunstâncias e pelo desejo, de onde viver, Imperatriz acolhe de maneira espontânea e democrática tanto àqueles que aqui nasceram, quanto àqueles que escolheram viver nas barrancas do Rio Tocantins”, disse o professor.

Dimas Salustiano é um entusiasta pelos projetos que buscam desenvolver as potencialidades da Região Tocantina, principalmente no setor da Educação Entre eles, está a criação de uma Universidade Estadual Autônoma do Vale do Tocantins, a UNIVAT, como o professor a concebeu. Segundo ele, a UNIVAT ajudaria a região a deixar de ser refém das decisões de São Luís e uma forma inequívoca de combinar desenvolvimento econômico, sustentável gerando desenvolvimento industrial com conhecimento de ponta. “Percebo com essa distinção a mim concedida, o reconhecimento do meu compromisso com a Justiça, Educação e desenvolvimento da cidade de Imperatriz”.

O Titulo de Cidadão de Imperatriz foi conferido ao professor Dimas Salustiano por iniciativa da vereadora Fátima Avelino. Dimas Salustiano, nascido em São Luís, com uma trajetória dinâmica em Imperatriz, é um dos fundadores e depois foi diretor geral da Unisulma e, atualmente, preside a UNIMAS – União pelo Maranhão do Sul de Cultura e Cidadania. Na vida profissional, atua como advogado sócio da Directus Advocacia e Consultoria, professor do Curso de Direito da Ufma e vice-presidente de expansão e novos negócios da Unisulma.

*Fonte: www.unisulma.edu.br

sábado, 19 de novembro de 2011

Acadêmico da Unisulma representa o Maranhão em feiras nacionais e internacionais

Projeto de aluno da Unisulma é premiado com menção honrosa de ciência e tecnologia pela UNESCO. Além to título, o aluno e o orientador receberam um notebook e uma viagem para conhecer a sede da instituição, em Paris.

A pesquisa científica vem recebendo maior visibilidade nos últimos tempos. Diversas são as feiras que incentivam e promovem os trabalhos. A Unisulma sedia a Semana do Meio Ambiente, onde é dado um espaço para exposição de projetos e os melhores recebem credenciais para outros eventos nacionais (como a FEBRACE – Feira Brasileira de Ciências e Engenharia e a MOSTRATEC - Mostra de Ciências e Tecnologia).

Carlos Pereira Martins e Thiago Pinto, orientados pelo professor Zilmar Timoteo Soares (Prof. Dr. do curso de Ciências Biológicas e Nutrição da Unisulma), iniciaram o laboratório alternativo. Visando construir aparelhos para as aulas práticas de química e assim possibilitar o acesso às experimentações, mesmo em locais com deficiência de estrutura.

Porém, com o tempo foi constatada a carência de reagentes para que os experimentos fossem realizados. Iniciou-se então outro projeto, “materiais alternativos como instrumentos de ensino e aprendizagem em química: uma abordagem construtiva na experiência formativa do acadêmico de ensino médio”. Nesse projeto apenas Carlos continuou e entrou a filha do professor Zilmar, Emily Ferreira Soares.

A dupla passou a trabalhar na extração de reagentes, álcool, ácido e essências (tudo extraído de frutas) para dar complemento ao projeto antigo. Dessa maneira, a união dos projetos laboratório alternativo e materiais alternativos permitiria as aulas práticas em qualquer instituição, pública ou privada que não possua estrutura nem equipamentos.

Após ficarem em primeiro lugar na MOSTRATEC, receberam o prêmio de menção honrosa, notebooks e uma viagem para conhecer a sede da UNESCO, em Paris. A viagem está programada para julho do ano que vem e eles irão passar 15 dias na Cidade Luz. (Guilherme Barros – ASCOM/UNISULMA)

*Fonte: www.oprogressonet.com