terça-feira, 17 de agosto de 2010

Dilma quer Brasil nos trilhos

Dilma quer Brasil nos trilhos


Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência da República, disse, nesta quarta-feira, no IV Brasil nos Trilhos, que está no seu programa de governo a conclusão das Ferrovias Transnordestina, que ligará o interior do Nordeste aos portos de Pecem (Ceará) e Suape (Pernambuco), e Norte-Sul, que ligará Açailândia (Maranhão) a Estrela D´Oeste (São Paulo).


"Caso eu seja eleita, minha função será concluir a Transnordestina e prolongar a Norte-Sul, que são as questões mais estratégicas para o nosso país. Segundo ela, os estados do Nordeste e do Centro-Oeste precisam escoar sua produção, e terão um surto de crescimento e de desenvolvimento”.


E destacou:

“Enquanto a gente estiver transportando minério de ferro, soja e grãos utilizando rodovias, vamos ter problema sistemático nas rodovias. Esse tipo de transporte é típico de trens”.


*Fonte: Dia-a-Dia - Blog endereço: http://www.portogente.com.br/comente/index.php?cod=31151

Mais de 35% acreditam que a educação forma bons cidadãos

Mais de 35% acreditam que a educação forma bons cidadãos

Índice de Valores Humanos de Educação é de 0,54 no Brasil.
Dado avalia vivências de alunos, professores e famílias nas escolas.

Quase 36% (35,7%) dos brasileiros acreditam que a educação tem a finalidade de formar bons cidadãos, segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). O dado faz parte do terceiro caderno do Relatório de Desenvolvimento Humano Brasileiro 2009/2010, divulgado nesta terça-feira (10).

O Relatório de Desenvolvimento Humano Brasileiro 2009/2010 apresenta políticas de valor nas áreas de família, escolas e trabalho, ou seja, traz propostas do que o cidadão pode fazer nesses âmbitos para um cotidiano melhor. O documento deve ser encaminhado a universidades e órgãos do governo para estimular, segundo Flávio Comim, economista do Pnud Brasil e coordenador do Relatório, uma discussão aberta sobre os aspectos levantados.

No setor da educação, o levantamento perguntou aos alunos, famílias e professores qual a finalidade do estudo. Para 30,5% dos entrevistados, a educação é importante para conseguir um emprego. Já 23,3% das pessoas acreditam que os estudos formam uma boa pessoa; e 10,5% acreditam que a educação é importante para uma boa vida.

"A educação é uma variável com poder de transformação social, então perguntamos para cada um desses grupos [alunos, famílias e professores] qual a finalidade da educação. Se apenas para conseguir um emprego, ou se contribui para o desenvolvimento do cidadão", diz Comim.












Relatório

O primeiro caderno do Relatório de Desenvolvimento Humano Brasileiro 2009/2010 foi o Brasil Ponto a Ponto, que pretendia estimular o debate sobre o que a população espera de mudanças para uma vida efetivamente melhor. Já o segundo foi o Mostre Seu Valor, que ajudou a definir os valores mais importantes para a população brasileira.

Esses estudos foram fundamentais, segundo Comim, para a elaboração das questões que seriam respondidas na constituição do IVH, o Índice de Valores Humanos. O indicador, que é inédito, também divulgado nesta terça, pretende traçar o perfil da população brasileira nas áreas de saúde, educação e trabalho, segundo a percepção da própria população.

O IVH-Educação avalia as vivências dos alunos, famílias e professores nas escolas do país, abrangendo tanto instituições públicas quanto particulares, sem distinção. O IVH-Educação no Brasil é de 0,54. Sul e Sudeste têm as melhores vivências no setor, com índice de 0,55. Centro-Oeste tem IVH-Educação de 0,54; Nordeste, de 0,53; e Norte, 0,47.

O Índice de Valores varia de 0 a 1, sendo maior o valor mais próximo de 1. O cálculo é baseado em entrevistas feitas pelo Instituto Paulo Montenegro, ligado ao Ibope, com mais de 2 mil pessoas. A pesquisa foi feita de forma amostral em 148 cidades.

Espaço atrativo nas escolas

O relatório utiliza a percepção da população para apontar medidas que melhorem as vivências nas escolas. Segundo Flávio Comim, entre os caminhos sugeridos estão a melhoria no espaço físico das escolas, para favorecer a experiência coletiva entre os estudantes.

"O material traz práticas, orientações de como a família pode contribuir para reduzir a violência e melhorar a relação com a escola. Uma das soluções propostas é organizar tempos e espaços para permitir que os pais estejam mais presentes e envolvidos na rotina dos filhos. A família é fundamental para o desempenho das crianças na escola", diz o economista.

Para promover melhores relações e resultados nas escolas, o relatório propõe medidas simples, como chamadas pelo nome, atividades esportivas e jogos cooperativos. "Tudo isso resgata a inclusão, a diversão e desperta o interesse do aluno pelo ambiente escolar. Estamos abrindo caminhos, apontando soluções. Cabe a nós informar", afirma.


*Fonte: Do G1, em São Paulo

Primeiras notas do real reformulado começam a ser impressas

Primeiras notas do real reformulado começam a ser impressas

Mantega inaugurou 1ª linha de produção de cédulas nesta sexta-feira.



Casa da Moeda investiu, até o momento, cerca de R$ 350 milhões.


Novas cédulas do real (Foto: Divulgação)

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente da Casa da Moeda do Brasil (CMB), Luiz Felipe Denuccci, inauguraram nesta sexta-feira (6) a primeira de duas linhas de produção das novas cédulas de real.

Segundo o Banco Central, as novas notas devem começar a circular a partir de novembro. Mais cedo, no entanto, a Casa da Moeda informara que a circulação teria início em outubro.

A primeira cédula impressa foi a de R$ 50,00. As mudanças nas notas têm como objetivo torná-las mais seguras e à prova de falsificação.

A segunda linha de produção entrará em funcionamento até o final de agosto. Com a nova estrutura, a produção da Casa da Moeda passará de 2 bilhões de cédulas em dois turnos para 2,8 bilhões de cédulas em três turnos. O investimento total feito no parque industrial desde 2009 é de cerca de R$ 350 milhões e chegará ao montante de R$ 900 milhões até 2011.


Guido Mantega disse, durante o evento, que o real é hoje a segunda moeda mais forte do mundo. "Somente o dólar realiza mais transações no mercado futuro do que o real. Portanto, hoje estamos orgulhosos da nossa moeda. Ela expressa o fortalecimento da economia brasileira", completou.


*Fonte: Do G1, em São Paulo

Marabá receberá R$ 1,92 bilhão em aportes até 2014

Marabá receberá R$ 1,92 bilhão em aportes até 2014



O governo federal, juntamente de empresas de siderurgia, anuncia que pretende investir em Marabá, cidade localizada no interior do Pará, aproximadamente R$ 1,929 bilhão até 2014, em mineração, infraestrutura, energia, ciência e tecnologia. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2007, a cidade possui um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 3,1 bilhões, um dos maiores do Estado. Com desenvolvimento comparado ao de cidades da China, uma das maiores potências mundiais, Marabá vive o seu auge econômico e torna-se um verdadeiro convite ao investimento, dizem especialistas em varejo.

A região possui mais de 200 mil habitantes e o município já é o quarto em população no estado. Só em 2010, o crescimento esperado é de 150% em sua população. É o quarto município mais populoso do Pará, e atrai empresas siderúrgicas como Vale e Butirama, que dizem estar no local para fortalecer o crescimento da região. O governo da cidade declara que Marabá se firmou como a sede de eventos como a festa típica realizada em julho, a Maraluar, que atrai 20 mil pessoas por ano, além da Expoama, gigante feira agropecuária do norte do País.


Bancos brasileiros precisam ampliar participação no exterior, diz Mantega

Bancos brasileiros precisam ampliar participação no exterior, diz Mantega

Declaração foi feita em anúncio de parceria do BB com banco português.

Há orientação do governo para aumentar atuação do BB em outros países.
 

Os bancos brasileiros, públicos e privados, precisam ampliar participação no exterior para apoiar tanto as empresas nacionais como os próprios brasileiros que moram fora, disse nesta segunda-feira (9), o ministro da Fazenda Guido Mantega, durante assinatura de um memorando de intenções entre Banco do Brasil, Bradesco e Banco Espírito Santo (BES), de Portugal.

A parceria entre as três instituições prevê aumento da participação das três instituições no continente africano.

A partir da assinatura do memorando, os três bancos preveem prazo entre 60 e 90 dias para definir como será feita a entrada do Banco do Brasil e do Bradesco na holding que o BES já possui na África.

"Estamos interessados em que não só o Banco do Brasil, mas que bancos brasileiros públicos e privados estejam tendo um raio de operação maior, mesmo porque fazendo assim poderão dar suporte e apoio para as empresas brasileiras que estão no exterior. E brasileiro também, tem muito brasileiro em Angola e Moçambique que procuram bancos brasileiros", disse Mantega, que anunciou a potencial parceria em São Paulo, nesta segunda. O ministro destacou que instituições como o Bradesco e o Itaú já têm projetos e participação no exterior.
 
De acordo com Mantega, a operação está em linha com os objetivos do governo de internacionalizar a atuação do BB e a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que o Brasil tenha a maior integração com o continente africano.

Segundo o ministro, o presidente foi informado sobre os detalhes da operação nesta segunda-feira. "Brasil e Portugal, por meio de seus grandes bancos, aumentando a entrada nesses continentes", disse o ministro. "A entrada dos bancos brasileiros em outros países beneficiará também empresas nacionais que têm projetos no exterior", afirmou.

"Há uma orientação do governo para que seja ampliada a atuação do BB em outros países. Na verdade ele já possui uma atuação lá fora, é que era mais modesta. (...) Já possui escritório em 23 países. Apenas estamos ampliando seu raio de atuação. Já existe nos EUA, na Argentina, com o banco da Patagônia, e agora na África", disse.

"Estamos muito felizes com isso e é uma parceria entre o setor privado e o setor público, mostrando que o setor público e o setor privado podem trabalhar juntos e com eficácia, com sinergia, como nós queremos que ocorra aqui no Brasil e lá fora também", afirmou Mantega.

Apoio a empresas

Ricardo Salgado, presidente do Banco Espírito Santo, diz que a parceria será positiva para empresas brasileiras e portuguesas."Nossa presença na África é de longa data e acreditamos que o potencial de crescimento por essa associação é extraordinário", disse.

"Potencializa investimentos significativos no setor bancário, mas mais do que isso potencializa o desenvolvimento da atividade das empresas brasileiras, portuguesas, em associação ou não com empresas africanas", disse.

O BES já possui operações na África há cerca de 100 anos. De acordo com o presidente da instituição, Ricardo Salgado, foi ele quem teve a iniciativa de propor o negócio aos bancos brasileiros; é o BES, também, que deve liderar a negociação com os bancos centrais de cada país africano em que a holding pretende entrar.

"No Brasil temos participação do mercado em duas vias, uma na participação de capital no Bradesco e outra por meio do Banco Espírito Santo de investimento, que é um banco muito ativo no mercado de capitais do Brasil", afirmou o executivo.

Mantega e Salgado falaram na presença de outros empresários que estavam na plateia, como o presidente da CSN, Benjamin Steinbruch, Carlos Roberto Mendonça Alves Dias, da Odebrecht, e Márcio Molina, da Marfrig.

Mercado africano em expansão

A ideia é que, se concretizada, a parceria a ser analisada pelas três instituições a partir de hoje beneficie as três pontas do negócio: de um lado, o BES terá mais dinheiro do Bradesco e do Banco do Brasil para ampliar seus negócios na África. De outro, BB e Bradesco aproveitam a experiência do BES para entrar de forma mais segura no mercado africano.

"O retorno esperado com o negócio é ocupar o espaço de uma indústria bancária nascente. O continente africano tem uma baixíssima bancarização, de 15% em alguns países. É um continente que oferece oportunidades. Antes que outros países ocupem, três instituições se unem para ocupar esse espaço", disse o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine.

Os presidentes das instituições que participaram do anúncio disseram que ainda não foram definidos valores ou participações a serem compradas por cada banco na holding do BES. "Nosso objetivo, no momento, é mais estratégico do que de rentabilidade. Apostamos no futuro", afirmou o executivo, que considera que o aporte do BB na operação não será "relevante".

Segundo o ministro Mantega, a intenção é que a parceria resulte em atuação maior, principalmente em Angola, Cabo Verde, Marrocos, Moçambique, Argélia e África do Sul. Atualmente, o Banco do Brasil possui um escritório em Angola.

Nos EUA

Questionado sobre as notícias de que o BB estaria prestes a comprar um banco nos EUA, Mantega não descartou a possibilidade.

"A parceria não exclui outras operações que o BB está fazendo nos EUA. Há muitos brasileiros lá que querem usar o Banco do Brasil e obtivemos a licença do Fed [banco central americano]. Os bancos brasileiros têm essa vocação para se expandir e se mostraram entre os mais sólidos nessa crise, então, podem se expandir até nos EUA", disse.

*Fonte: Ligia Guimarães do G1, em São Paulo

Enem 2010 recebe 4,6 milhões de inscrições

Enem 2010 recebe 4,6 milhões de inscrições

Número é recorde e supera em meio milhão total de inscritos de 2009.


Segundo o MEC, 59 universidades federais usarão exame no vestibular.
 
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010 recebeu 4,6 milhões de inscrições, número recorde desde a criação do exame, em 1998. O maior número de candidatos inscritos havia sido registrado em 2009, com 4,1 milhões. A informação foi publicada nesta segunda-feira (9) pela Agência Brasil, agência de notícias mantida pelo governo federal. A prova será realizada em 6 e 7 de novembro.

O ano passado foi o primeiro em que universidades federais passaram a usar a nota nos processos seletivos. No total, cerca de 2,6 milhões de estudantes fizeram a prova, que teve 37% de abstenção.

São Paulo é o estado com o maior número de inscritos. São 827.818. Em seguida vêm Minas Gerais (538 mil), Bahia (428 mil), Rio de Janeiro (314 mil), Rio Grande do Sul (295 mil), Paraná (228,4 mil), Pernambuco (228 mil) e o Ceará (208 mil). O Sudeste e o Nordeste concentram quase 70% dos participantes.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), cerca de 70 mil inscritos no exame têm menos de 16 anos e mais de um milhão têm entre 16 e 17 anos. Pouco mais de meio milhão têm 18 anos, 394 mil têm 19 anos e 304 mil têm 20 anos. Os candidatos entre 21 e 30 anos somam 1,5 milhão e os maiores de 30 são 691 mil.

Cerca de 2,7 milhões de inscritos neste ano já concluíram o ensino médio em anos anteriores. Outros 1,3 milhão estão cursando o último ano da etapa – desses, 1,1 milhão são de escola pública. Pouco mais de 500 mil só concluirão a etapa depois de 2010 e participam do Enem como treineiros.

O exame terá 180 questões de múltipla escolha e uma redação. No primeiro dia, as provas serão de ciências da natureza e humanas, cada uma com 45 questões. No segundo dia, os candidatos serão avaliados em matemática e linguagens, cada uma com 45 questões, além da redação.

Universidades

As 59 universidades federais do país usarão a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010 em seus processos seletivos, segundo o Ministério da Educação. Do total, 35 usarão o exame como única forma de avaliação, sendo que 15 delas terão o uso restrito para parte das vagas ou para alguns cursos. O levantamento foi feito em julho pelo MEC.

Quatro universidades vão usar o resultado do Enem como parte da nota do vestibular. Em outras seis instituições, o exame substituirá a primeira fase do vestibular e em três, o Enem será usado para preencher vagas remanescentes (que não tenham sido preenchidas no processo seletivo tradicional).

Onze universidades federais que aderiram ao Enem, de acordo com o MEC, ainda não haviam definido, no início de julho, como irão utilizar o exame em seus processos seletivos.


*Fonte: Do G1, em São Paulo

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Gigante imobiliária, PDG mira Norte e Nordeste

Chamo atenção para uma reflexão com forte repercussão na realidade maranhense, as regiões Norte e Nordeste do país crescem economicamente e por conseguinte o mercado imobiliário etá em franca expansão. É digno de nota a execução do Projeto "Minha Casa Minha Vida" do Governo Lula, as mobras são visíveis nas cidades de grande e médio porte. Enfim, parece que estamos aprendendo que cidadania e dignidade para todos os brasileiros rima com crescimento econômico.

Gigante imobiliária, PDG mira Norte e Nordeste


Líder em vendas no país prevê R$ 2 bi em lançamentos nas regiões neste ano

Incorporação da Agre, feita em maio, permitirá à PDG diversificar os negócios, até agora focados no centro-sul.

Dona de um faturamento de R$ 4,2 bilhões, a PDG Realty encontrou na Agre, companhia incorporada em maio, o principal apoio para crescer nas regiões Norte e Nordeste.

Segundo a Folha apurou, os lançamentos imobiliários da PDG nas duas regiões devem beirar R$ 2 bilhões neste ano. O volume é considerado expressivo por especialistas e dá novo fôlego de crescimento à PDG, que até agora concentrava mais da metade dos negócios no centro-sul.

Procurada, a PDG não se pronunciou, afirmando estar em período de silêncio.

"A Agre é o carro-chefe de diversificação geográfica da PDG nessas regiões", diz Armando Halfeld, analista da Ativa Corretora.

Imobiliária líder em vendas no país no ano passado, num momento de expansão histórica do setor, a PDG teve um crescimento meteórico nesta década.

Criada em 2003 a partir de investimentos do Pactual Capital Partners (PCP), divisão do Banco Pactual, a companhia passou de empresa virtualmente desconhecida para a condição de gigante do setor.

Neste ano, a previsão é atingir a faixa entre R$ 6,5 bilhões e R$ 7,5 bilhões em lançamentos imobiliários.

A estratégia para o crescimento foi a de aquisições do controle e de participações em oito empresas nos últimos quatro anos.

Fruto da união entre Abyara, Klabin Segall e Agra, a Agre prevê que 56% de seus lançamentos no ano, avaliados em R$ 2,5 bilhões, aconteçam no Norte/Nordeste. É a primeira vez que os lançamentos nas duas regiões superam Sul e Sudeste.

SALVADOR

Salvador é a principal área de interesse. Neste ano, foram lançados três empreendimentos na cidade, que até dezembro deve receber outros dois, num total de R$ 900 milhões.

"A demanda está concentrada principalmente no segmento residencial, mas miramos também oportunidades comerciais", diz Beto Horst, presidente da Agre.

Natal e Recife são outras capitais-alvo de crescimento da PDG com a Agre. Em Fortaleza, a companhia também receberá o reforço dos empreendimentos da Goldfarb, braço dedicado ao segmento econômico e controlado pela PDG desde 2006.

"No Norte, os alvos são Manaus e Belém, onde a Agre atua com parceiros locais de incorporação", diz Horst.

No Amazonas, a parceria da Agre é com a construtora Amazonas, e, no Pará, com a Leal Moreira.

*Fonte: CAMILA FUSCO da Folha de São Paulo.